quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Querido Pai Natal...


Batemos mesmo no fundo, não do poço mas na pouca-vergonha.
 Já não bastava o Presidente da Mesa da Assembleia usar constantemente um Grupo de Comunicação Social vimaranense para dar as “Boas Novas” em vez de usar os próprios meios que estão ao dispor do clube, agora inclusive, fala abertamente sobre um assunto que tinha obrigatoriamente ser do conhecimento em primeiro lugar do destinatário da carta registada.
 O que nos faz mais confusão é saber se a carta vai com destino bem redigido ou será que a mesma nesta época Natalícia vai com rota Via Lapónia.
 Nem queremos imaginar o teor da mesma, mas quase que apostamos que tem lá escrito que esta direção se tem portado bem, tem feito os trabalhos de casa e que tem sido amigo dos seus amigos, já para não falar que tem “comido” os sócios todos.
 E como presentes querem mais uns jogadores emprestados pelo clube do coração, dinheiro pela venda de jovens promissores da cantera desde os Juniores até á Escolinhas e querem um Árabe que saiba contar números acima dos milhões.
 Estamos desejosos para ver o que foi cozinhado no interior da Sede, mas conhecendo esta gente como vamos conhecendo, mais não será do que uma fuga para a frente e com isso ganhar mais um mês ou dois para com isso ver se a equipa consegue o tal salto na classificação ou então que se afunda de vez para que não haja ninguém com vontade anímica ou carteira recheada para tirar o Vitoria de um processo irreversível de descida de divisão.
 Hoje é o dia em que podemos dizer que o Vitoria bateu no fundo, porque vir dizer que este impasse podia ter sido evitado se os signatários tivessem acedido a reunir com eles, é sinal que o clube está entregue á bicharada, pois se houvesse irregularidades nem sequer a petição iria para o Conselho de Jurisdição e seria rejeitada pela Mesa da Assembleia.
 Vamos aguardar que nos sejam facultadas as “Boas Novas” que constam na carta e depois faremos questão de chamar alguns nomes os “Boys” que andam á volta do Vitória para nos desgraçar de vez.

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